segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
domingo, 1 de fevereiro de 2015
NAS LOJAS: NOVO HONDA CIVIC SI É RARIDADE E DIFÍCIL DE NEGOCIAR
A exemplo de outros modelos da marca, esportivo não tem margem de negociação e é espécie rara nas revendas
Não adianta procurar. O Honda Civic Si acabou. Explicando melhor: o primeiro lote de 100 unidades, importado pela montadora japonesa, vendeu mais do que pão quentinho. O número limitado de exemplares disponibilizados ao mercado brasileiro se deve à estratégia da marca, que ainda estuda quantas unidades irá trazer em 2015. Mas o fato é que a Honda não esperava uma demanda tão grande pelo esportivo, que retornou ao mercado depois de três anos. E não são apenas as características de design e desempenho que fazem do Civic Si um carro de nicho, os números também mostram isso. Como comparativo, a família Civic vendeu 44.486 unidades no acumulado de janeiro a outubro deste ano, segundo a Fenabrave. Fomos às lojas para conferir como está a venda do modelo.
SAIBA MAIS
HONDA CIVIC SI CHEGA POR R$119.900
NOVO CIVIC SI EM NOSSA PISTA DE TESTES
VÍDEO: SUBARU WRX STI E HONDA CIVIC SI
Qualidade no atendimento
Em três concessionárias visitadas na cidade de São Paulo, o atendimento foi rápido. Duas delas contavam com uma pré-recepção que direcionava o cliente ao vendedor. Em outra, o próprio funcionário de vendas fez a primeira abordagem. Mas o modelo em questão é um daqueles carros que vende por si só. Talvez por isso, os funcionários se limitem a entregar folders explicativos, ao invés de destrinchar as características e especificações técnicas ao interessado.Na primeira loja, o vendedor foi atencioso, disse que tinha apenas um carro no sistema – localizado em outra revenda – mas que se eu quisesse nós poderíamos fechar negócio. Limitou-se a me entregar um explicativo impresso sobre o Si, e não soube precisar todas as cores que o veículo é oferecido. Pelo atendente, eu soube apenas que o carro tem um motor 2.4 de 206 cv e câmbio manual de seis velocidades.
Na segunda revenda visitada o vendedor fez o primeiro contato e me levou ao carro exposto. Abriu a porta do veículo e foi buscar as chaves para que eu visse o painel iluminado. Mas afirmou que ligar o carro dentro do showroom era proibido. Foi ali que eu percebi que os bancos são de tecido e que o carro conta com teto solar, embora ninguém tivesse dito nada a respeito. Ao verificar o porta-malas, o vendedor afirmou que a capacidade de carga era a mesma encontrada na versão convencional do Civic, de 360 litros. Quando na verdade a família Civic convencional carrega 449 litros, enquanto a versão esportiva 330 litros (dados da montadora).
Na terceira investida, o sabor foi de repeteco das duas anteriores, já que, apesar de o atendimento ter sido bom, a impressão que ficou foi a de que os vendedores se acomodam quando o objeto de consumo é um sucesso de vendas. Não houve iniciativa de explicar nada sobre o carro. Conjunto mecânico, itens de série, desempenho, melhorias, nada foi abordado. O máximo que se ouviu foi “Nossa, quanta gente querendo esse carro!”. Outra informação enfatizada foi a de que para ser vendido como exclusividade, a Honda estava deixando esse carro escondido. Mas que em caso de venda a marca entregaria o exemplar em sete dias.
Se a sua intenção é fazer um test drive no novo Honda Civic Si, esqueça. Raridade nos estoques, o esportivo nipônico é também espécie rara nos showrooms. As duas primeiras lojas disseram que constava uma unidade no sistema, na cor branca, mas que o carro estava em outra unidade. Nesse caso, o consumidor poderia comprar o carro às cegas, ou atravessar a cidade e ir até a zona sul, onde o modelo se encontrava. Surpresa mesmo foi dar de cara com o cupê vestindo preto na entrada da terceira unidade da Honda. Estratégias de endomarketing à parte, apenas ali o carro existia no mundo real, onde podia ser tateado. Nas demais lojas, somente pelas fotos dos catálogos.
Negociação
As palavras de ordem nas negociações foram “não tem desconto” e “taxa zero para esse carro não existe”. É a condição para comprar algo com muita demanda e pouca oferta. Com as lojas alegando vendas exclusivas, se dando ao luxo de endurecer na hora de bater o martelo e sem facilitar a vida de quem deseja recorrer a financiamentos, a receita não poderia ser outra. O valor pedido em duas revendas foi o de tabela, R$ 119.900. E para obter a melhor taxa de juros encontrada, de 0.99%, uma entrada de R$ 79.900 (66%) foi exigida. O restante podia ser pago em 24 parcelas de R$ 1.920,53. Na terceira investida, o preço mínimo pedido para levar o carro para casa foi o de R$ 121 mil (na cor preta).
Avaliação da experiência: Insatisfatória
Talvez a experiência fosse mais gratificante se o carro contasse com mais rivais além do Volkswagen Golf GTI, ou exigisse mais desafios para ser comercializado. Os vendedores ficam acomodados e se dão ao luxo de fazer pouco esforço para explicar o Civic Si. Sem test drive, e com a negociação engessada, o esportivo parece não precisar de ajuda da equipe de vendas para emplacar mais uma era de sucessos no segmento. Um detalhe importante é que o Cupê não pode ser encomendado, e também não há previsão de quando chegará a nova remessa. A assessoria da fabricante informou à Autoesporte que a Honda ainda não definiu quantas unidades serão importadas para o ano de 2015.
AVALIAÇÃO: HONDA CIVIC SI
Nem bem retornou ao mercado, o carro mais esportivo da Honda a venda no Brasil esgota nas lojas e emociona por onde passa
O Si do sobrenome, que significa “Sport Injection”, bem poderia ser Si bemol. Como a sétima e aguda nota musical, é ali, na faixa vermelha do painel de rotações, dos 7mil rpm que o cupê começa a entregar a sua potência máxima. Dali segue até o timbre mais alto, nos 7.500 giros, onde há o corte. Música para os ouvidos quando cheio, seu novo motor é um 2.4 16V de 206 cv a 7.000 giros e 23,9 kgfm a 4.400 rpm. É um propulsor maior que o de seu antecessor, e que anda melhor em baixos giros graças ao torque mais vitaminado em relação ao original, que à época (2011) vinha equipado com um 2.0 de 192 cv a 7.800 rpm e 19,2 kgfm a 6.100 giros. Não há substituto para deslocamento, diria Walter Bentley muito tempo atrás.
Regido pelo maestro, ou melhor, pelo duplo comando de válvulas iVTEC, o motor aspirado com corpo de alumínio tem faixa de torque ampla, aproveitada por um câmbio manual (como manda o testamento) de seis velocidades, curto e com engates precisos que de tão alucinante convida o motorista a trocar de marchas a todo instante. A transmissão conta ainda com um diferencial de deslizamento limitado, LSD (Limited Slip Differencial) responsável por mandar mais força para a roda com mais aderência, fechando a trajetória nas curvas.
Já o controle de estabilidade, VSA (Vehicle Stability Assist) é o que segura a fera quando se entra com mais vontade nas curvas, fazendo o esportivo de tração dianteira espalhar a frente mesmo com a ação do LSD. Com o botão do controle de tração desligado, a tocada do esportivo fica mais divertida, mas exige domínio de seu condutor.
A todo instante você é lembrado de que está atrás do volante do Si. Não como espectador, mas como regente. Pelo para-brisa dá para ver um musculoso capô e ressaltados para-lamas, enquanto pelo retrovisor interno se avista o imenso aerofólio na tampa traseira. O painel de instrumentos escancara um enorme marcador de rotações e luzes que se acendem, a partir dos 5 mil giros, para indicar o trabalho do comando iVTEC. Ali, quando o último LED se acende, é hora de trocar de marcha. Um espetáculo bom de ver e ouvir. A suspensão é firme sem abrir mão do conforto. Todos viajam confortáveis a bordo do Si, mas o carro balança um pouco em curvas de alta velocidade. Característica de esportivos, sua altura livre do solo é pequena, o que o faz raspar em valetas e lombadas quando não se toma o devido cuidado.
SAIBA MAIS
CIVIC SI EM NOSSA PISTA DE TESTES
NOVO OU USADO: CIVIC SI 2015 X CIVIC SI 2011
VÍDEO: SUBARU WRX STI E HONDA CIVIC SI
Há dois meses nós o levamos para a nossa pista de testes (matéria que você confere no link à esquerda). De tão afinado, o recém-chegado mostrou do que é capaz em relação ao antecessor acelerando de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos, bem menos do que os 8,5s que o modelo fabricado entre 2007 e 2011 precisou para chegar à mesma velocidade. Nas ruas, os limites de velocidades não permitem que você abuse tanto assim, mas a emoção é garantida mesmo em momentos efêmeros como nas saídas de pedágios rodoviários e ultrapassagens. Outros números que chamaram a atenção foram os de consumo. Em trecho urbano o Civic fez 9,4 km/l, enquanto no rodoviário a média foi de 13,8 km/l.
No interior, nada de luxo ou requinte. Com peças bem alinhadas e acabamento honesto, o espaço é suficiente para quatro adultos (desde que os de trás não tenham mais do que 1,70 m de altura). Os bancos de tecido são bicolores e macios, mais do que os feitos de couro e também agarram melhor. O traseiro é bipartido e conta com encosto de cabeça e cinto de três pontas para todos os ocupantes. O piso não tem ressalto elevado, o que facilita a acomodação das pernas, mas a caída do teto estilo cupê inviabiliza pessoas altas a viajarem atrás. Os comando estão bem localizados, porém a simplicidade fica estampada na falta de iluminação em todos os botões, luzes que fazem falta também no porta-luvas e até nos espelhinhos dos parassóis.
De série, estão presentes ar-condicionado digital, direção elétrica, vidros elétricos (só o do motorista com função um toque) e travas elétricas. Seis airbags para motorista e passageiro (frontais, laterais e de cortina), barras de proteção lateral, freios a disco com ABS e EBD e rádio com CD, USB e função Bluetooth. Além das funções de áudio, dá para ver a câmera de ré pela tela de sete polegadas sensível ao toque. Só não há sensor de estacionamento. O acabamento do volante (multifuncional) e da alavanca de câmbio é de couro. Já o banco do motorista tem regulagem de altura, enquanto o volante ajusta a altura e a profundidade.
O Honda Civic Si não é mais o mesmo carro que parou de ser fabricado nacionalmente em 2011, quando levava toda a família para viajar. O importado que agora habita entre nós é um cupê egoísta, mas harmonioso, e que emociona quem o vê passar e quem o dirige. Feito para quem não está nem aí para a sogra ou para os amigos do peito, é pensado para gosta de ouvir a bela sinfonia produzida pelos instrumentos metálicos escondidos debaixo do capô.
É verdade que as revendas já venderam todas as 100 unidades do primeiro lote importadas ao Brasil. Mas é difícil dizer que o cupê da Honda seja a melhor opção do segmento. Muito pelo seu preço de R$ 119.900, muito pelo rival, o Golf GTI, que custa R$ 103.890. De todo modo, se sua intenção é comprar um carro desse nicho espere pela próxima temporada de espetáculos, em 2015, quando deve chegar às lojas a nova remessa do Si. Porque mais do que o preço em si ou do que alguns concorrentes de peso, existem coisas únicas na vida. Como assistir à um bom show musical ao vivo, e acelerar o Civic Si.
Ficha Técnica
Motor: Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16V, comando duplo, gasolina
Cilindrada: 2354 cm³
Potência: 206 cv a 7.000 rpm
Torque: 23,9 kgfm a 4.400 rpm
Transmissão: Manual de seis velocidades, tração dianteira
Suspensão: Independente McPherson na dianteira e Multilink na traseira
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás
Pneus: 225/40 R18
Dimensões: Comprimento 4,550 m; Largura 1,755 m; Altura 1,415 m; Entre-eixos 2,620 m
Capacidades: Tanque 50 l; Porta-malas 330 l
Peso: 1.359 kg
NOVO HONDA CIVIC TYPE R SERÁ LANÇADO NO SALÃO DE GENEBRA
Modelo já foi apresentado como conceito duas vezes e promete ser o mais potente já produzido
A espera vai chegar ao fim. A Honda confirmou que o tão aguardado novo Civic Type R aparecerá pela primeira vez durante o Salão de Genebra deste ano. Junto com a confirmação, a montadora divulgou um teaser em vídeo do modelo (assista abaixo). O modelo é considerado um esportivo feito para as ruas e promete ser a versão mais potente já feita. O Salão de Genebra será realizado entre os dias 3 e 15 de março e terá cobertura completa de Autoesporte.Para entregar melhor desempenho, o novo Type R estreará o motor 2.0 VTEC turbo da montadora de “pelo menos” 280 cv de potência. O giro máximo promete ficar em cerca de 7 mil rpm e o câmbio será manual de seis velocidades. Ele ainda contará com novas tecnologias aplicadas ao desenvolvimento do chassi. Além do motor turbo, o Type R, que foi lançado pela primeira vez há 25 anos, contará com propulsores elétricos. Com tantos predicados, o objetivo do modelo não poderia ser pequeno: a Honda quer quebrar o recorde de velocidade da categoria na lendária pista de Nurburgring, na Alemanha.
O Type R atualizado já havia aparecido como protótipo em outros salões, com tomadas de ar frontais agressivas, rodas de 20 polegadas, saias laterais e difusor traseiro. O esportivo contará com novo sistema de amortecimento adaptativo para aliviar as pancadas do solo de acordo com o tipo de terreno.
Outros lançamentos
A montadora japonesa também guarda para o evento o esportivo NSX, que fará sua primeira exibição em um salão europeu depois de ter sido lançado no Salão de Detroit, além das novas versões de produção do HR-V (que será lançado no nosso mercado em março) e do Fit, batizado em mercados internacionais como Jazz. O conceito FCV também terá um espaço reservado no estande da montadora. O carro é equipado com um motor que não emite poluentes, promete cerca de 482 km de autonomia e levará de três a cinco minutos para ser recarregado.
O Renegade deve partir de R$ 68 mil e pode ultrapassar os R$ 100 mil em suas configurações mais potentes. Entre as opções de motor, haverá um 1.8 EVO de 132 cv e 18,9 kgfm (que chegam cerca de 1.000 rpm mais cedo) e um 2.0 turbodiesel de 170 cv. O modelo terá versões com tração dianteira ou 4x4, além de três câmbios diferentes: manual de cinco velocidades, automático de seis marchas e automático de nove.
Já o Peugeot 2008 chegará por aqui com pelo menos cinco versões, sendo uma delas equipada com motor turbo. O modelo será fabricado no Brasil e Autoesporte já acelerou algumas unidades de teste. Ele terá um 1.6 16V flex de 122 cv com câmbio manual de cinco velocidades ou automático de quatro marchas, além do mesmo 1.6 turbo flex que atualmente equipa o Citroën C4 Lounge. Esta versão THP entrega 173 cv e será equipada com uma nova transmissão automática de seis marchas. Os preços devem variar entre R$ 56.500 e R$ 75 mil.
Por fim, o Nissan Kicks, que apareceu como conceito durante o Salão do Automóvel de São Paulo, deve estrear por aqui ainda importado, mas sua fabricação local é estudada pela montadora. A versão de produção deve ser bem próxima do modelo conceitual que foi mostrado e está em fase de clínica com potenciais clientes. Conforme Autoesporte antecipou, fontes que participaram destes eventos garantem que o SUV terá maior espaço interno que o EcoSport. O motor deve ser o 1.6 16V de 111 cv que equipa o March e o Versa. Um câmbio CVT é cotado para este modelo.
HONDA HR-V NACIONAL JÁ APARECE EM SITE E VÍDEO DE DIVULGAÇÃO
Discretamente, a Honda já publicou o site de divulgação do HR-V nacional, além de um vídeo que mostra alguns detalhes do SUV (assista abaixo). Com previsão de lançamento para março, o modelo deve chegar ao mercado em versões que variam entre R$ 68 mil e R$ 90 mil para competir com toda a gama do Ford EcoSport.
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VÍDEO: HONDA HR-V CHEGA PARA SACUDIR O SEGMENTO
O QUE VEM POR AÍ: HONDA HR-V, JEEP RENEGADE E OUTROS CROSSOVERS COMPACTOS
O site está publicado no domínio da Honda brasileira, mas ainda não é amplamente divulgado pela marca. Quem acessa é convidado a registrar o email para assistir a um vídeo teaser sobre o modelo. O pequeno filme, que está publicado em listagem fechada, mostra alguns detalhes do carro, incluindo o interior da versão nacional. Além dos detalhes do painel, é possível conferir o sistema de rebatimento dos bancos semelhante ao do Fit. Assim, é possível abaixar a segunda fileira de bancos deixando o piso plano, o que facilita o transporte de cargas maiores. O vídeo também deixa claro que, ao contrário do Renegade, o HR-V terá apelo urbano e não offroad.
Conforme adiantado por Autoesporte durante o Salão de Detroit, o HR-V vai emprestar o volante multifuncional do Honda City, assim como o sistema de ar-condicionado sensível ao toque que equipa as versões topo do sedã e estará nestas do SUV. Assim como será vendido no nosso mercado, o carro filmado não tem botão de partida. O freio de mão elétrico será padrão para todas as versões nacionais. O câmbio é CVT, mas haverá também opções com transmissão manual de cinco marchas. O motor será sempre um 1.8 flex de 140 cv e a direção será elétrica.O Honda HR-V será o primeiro SUV lançado no mercado brasileiro em 2015. Até o final do ano, outras marcas prometem fazer importantes apostas no segmento. Na sequência do jipinho da montadora japonesa, a Jeep trará o Renegade, que promete acirrar ainda mais a briga contra o Ford EcoSport. Entre o final do primeiro trimestre e o início do segundo, o Peugeot 2008 deve chegar às revendas nacionais. Atrasada, a Nissan deve apostar suas fichas no segmento com o Kicks só a partir de meados de 2016.
CINCO COISAS QUE VOCÊ NÃO SABIA SOBRE O RENEGADE
4) Por que ele não chegará antes do Honda HR-V?
Na verdade, a marca que evitar uma pequena concorrência de mídia com o Honda HR-V, que será apresentado com uma ligeira vantagem. Claro que eles já tem uma fábrica (o modelo será feito na unidade de Sumaré até a fábrica de Itirapina ser inaugurada) e rede ampla. Concorrência à parte, está dentro do planejado pela Jeep. A rede de concessionárias está sendo fortalecida e muitos carros já foram pré-montados em Goiana. O escalonamento de lançamentos no mesmo segmento não é algo estranho. Da mesma forma, o Peugeot 2008 esperará o seu momento para vir.
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 Ele terá preço de Ford EcoSport, mas ultrapassará os R$ 100 mil completo
A versão mais barata partirá do mesmo patamar do Ford EcoSport Freestyle 1.6. Eram previstos R$ 68 mil e certamente o Renegade Sport mais acessível partirá de um pouco menos de R$ 70 mil, justamente para chamar atenção. Isso diz respeito ao modelo 1.8 com câmbio manual de cinco marchas e tração dianteira. Os que quiserem um automático de seis marchas bem equipado, pode separar R$ 74 mil por um Longitude. O top de linha Trailhawk exigirá bolsos mais recheados. Com motor turbodiesel 2.0 de 170 cv adiantado em primeira mão por Autoesporte, o Renegade 4X4 terá câmbio de nove marchas, sistema de baliza automática e outros mimos, mas chegará a R$ 105 mil. Mas calma: o motor a diesel será disponível em outras versões, incluindo a básica Sport e a intermediária Longitude. Ou seja, pode esperar levar um Renegade turbodiesel para casa por menos de R$ 80 mil.
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ACELERAMOS O JEEP RENEGADE, QUE CHEGA EM 2015 PARA ENFRENTAR ECOSPORT
VÍDEO: JEEP RENEGADE
2) O motor 1.8 E.torQ vai virar EVO, porém sem acréscimo de potência
Uma fonte ligada ao fabricante já havia cantado que o motor 1.8 E.torQ não teria um grande incremento de potência. Pois é, os 132 cv devem ser mantidos como estão. O que garantirá o sobrenome EVO é a mudança na curva de torque. Os 18,9 kgfm não chegarão aos 4.500 giros como noutros Fiat e sim cerca de 1.000 rpm mais cedo. Força em baixa é o mais necessário para um veículo utilitário mais pesado.
3) O modelo virá bem equipado?%0ADe+s%C3%A9rie,+o+Renegade+promete+vir+com+um+pacote+decente+de+itens.+Embora+o+modelo+mais+barato+n%C3%A3o+v%C3%A1+escapar+do+trivial,+como+apenas+duplo+airbag+de+s%C3%A9rie,+ser%C3%A3o+de+f%C3%A1brica+freio+de+estacionamento+eletr%C3%B4nico,+quadro+de+instrumentos+em+LCD+de+sete+polegadas,+sem+falar+nos+b%C3%A1sicos+ar-condicionado,+dire%C3%A7%C3%A3o+el%C3%A9trica+e+trio+el%C3%A9trico.+Agora,+traquitanas+como+o+sistema+de+baliza+autom%C3%A1tica+(in%C3%A9dito+em+um+nacional)+ser%C3%A3o+opcionais+ou+de+s%C3%A9rie+apenas+no+modelo+mais+caro.+FCmz-XRfw/s400/08.jpg)
